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Um mundo saudável!!!
Ainda pegando carona sobre as proibições nos países de primeiro mundo, segue mais uma:
A partir de 2007 os canais de televisão britânicos estarão proibidos de veicular comerciais de fast food nos intervalos dos programas voltados para menores de 16 anos.
A determinação é da agência reguladora das Comunicações na Grã-Bretanha (Ofcom), que justificou a decisão afirmando considerar ser sua responsabilidade reduzir a exposição de crianças a alimentos pouco saudáveis.
Porém, o limite de idade ainda está em discussão pois inicialmente a agência pensava em estender a proibição apenas a crianças de até nove anos.
Enquanto a proposta foi considerada rígida demais pela indústria alimentícia, associações de consumidores e de defesa da saúde acreditam que ela ainda é insuficiente e defendem uma proibição total desse tipo de anúncio até as 21 horas.
Quanto às emissoras, estima-se que o prejuízo com a perda desses anúncios chegue a 39 milhões de libras, aproximadamente 160 milhões de reais.
Esse ano os Estados Unidos também adotaram uma medida visando melhorar a qualidade da alimentação das crianças e assim reduzir a obesidade entre elas.
O país proibiu a venda de refrigerantes muito colóricos nas escolas, sendo assim, as instituições de ensino primário e fundamental podem vender aos alunos sucos sem açúcar, água e leite com menos gordura e apenas em escolas do ensino médio são permitidos refrigerantes dietéticos.
Eu também acho um exagero algumas proibições. Nem sei realmente se chega a atingir o objetivo. O difícil é educar as crianças para uma alimentação saudável, tendo a todo instante na televisão, rádio, jornal, revista a imagem de um apetitoso hambúrger com fritas. Isso sem falar nas promoções; "compre um mclanchefeliz e leve um brinquedo para montar", etc.
O fato é que países desenvolvidos estão a todo instante buscando soluções para que as pessoas tenham uma vida saudável e com qualidade. E eu que num passado recente, fui até favorável a liberação da maconha, vejo que é quase impossível conseguir êxito sem que esse tipo de medida seja colocada em prática.
Escrito por Claudio às 08h59
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