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BLOGUEIROS CONTRA O TABAGISMO
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Três anos!!!

 

Sei que o post segue com um certo atraso. Isa me lembrou da data, pois eu não tenho acessado o blog com freqüência. Três anos longe do marlboro é um dos feitos que mais tenho orgulho na vida. Se ao longo da minha vida eu nunca tivesse colocado um cigarro na boca, talvez jamais entenderia direito o verdadeiro significado de palavras como: persistência, determinação, força de vontade, etc. Ah, e deixar de compartilhar minhas dificuldades com amigos tão marcantes, não é?


Bem, deixando as comemorações um pouco de lado, eu não sei se vocês perceberam mas está se criando hoje na blogosfera um certo preconceito em relação aos grupos anti-tabagistas. Na carona desse debate politico entre a esquerda e direita, estão acusando esses grupos de estarem praticando um certo patrulhamento, cerceando a liberdade de escolha das pessoas. Imaginem o perigo que isso pode vir a representar, caso os jovens, com o tal do liberalismo nas veias, comecem aderir ao fumo como forma de protesto. O tal do narguilé virou uma febre em meu condomínio. Até crianças por volta do dez anos andam dando suas baforadas. E na maioria dos casos tem-se a conivência dos próprios pais que acreditam estar lidando com algo inofensivo.


Talvez seja a hora de se repensar o foco em algumas campanhas. Por um bom tempo eu achei muito interessante e produtiva, agora eu começo a duvidar de sua eficácia. O difícil é encontrar o caminho certo contra um mal que ainda dispõe de um preço tão convidativo. Um dos mais baratos do mundo, por sinal. Na página da ACTbr tem uma enquete bacana (eu já votei!), que explica uma medida interessante tomada pelo presidente Barack Obama - que ao que parece, ainda é fumante. Ele assinou uma lei em que aumenta os impostos dos cigarros para financiar e expandir o seguro saúde para as crianças. Talvez seja uma proposta mais eficaz, porém como convencer nossos ilustríssimos governantes, não é mesmo? Mexer com uma indústria que tem poder de sobra para financiar campanhas milionárias é algo muito delicado para a turma do terno bem cortado.


Bom, enquanto isso eu vou continuar com minha “campanhazinha” particular junto com os amigos BCTs. E cuido do meu filho em relação ao narguilé. Lembro sempre a ele o fim doloroso e triste que teve seu avô tão querido. E caso não funcione, tomo de volta a camisa do Palmeiras novinha que lhe dei dias atrás, hehe.


Abraços e parabéns a nós todos!

 

 



Escrito por Claudio às 14h25
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 Artemus apareceu:

"Quanto tempo, velho amigo! Meu blog está inacessível depois de tanto tempo, pois cancelei a assinatura do uol. Eu estava pensando em fazer um rápido comentário sobre a marca de 4 anos, mas não deu. Manda um abraço do seu blog para todos em meu nome? Especialmente para a Determinada, com seus heróicos 200 dias! Diga a todos que estou bem e que Cristal completa 2 anos sem nicotina no próximo dia 10 de fevereiro. Grande abraço a todos!"

01/02/2009 21:49


Um grande abraço a você também, amigo. E parabenize Cristal por tão importante conquista. Imagino mesmo é a grande satisfação sua em ser o responsável por mais essa vitória.


Abraços carinhosos também a Viviane, Freja, Vinho, Beto, Isa, Ferro, Karenin e a todos que sempre se lembram e passam por aqui.



Escrito por Claudio às 13h32
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Feliz 2009!!!

Esse ano foi muito corrido e com vários acontecimentos diferentes. Nem vou colocá-los aqui para que não fique um aspecto triste no último post do ano de 2008. Pensei muito em conseguir aparecer ao menos para deixar uma boa mensagem de final de ano, já que não consegui escrever nada nem quando meu fumometro cravou mil dias de abstinência. E o dinheiro poupado está errado. É que o cigarro que eu fumava já aumentou de preços faz tempo. Acho mesmo que já passei dos três mil reais. Dá pra pagar com muita folga o perú, o leitão, o pernil, hehehe.

Amigos queridos, torço muito para que tenham um maravilhoso ano novo. Que 2009 seja um ano que nos recupere plenamente dos tropeços que a vida preparou em 2008. Eu há algum tempo pensei em desativar o blog por falta de tempo. Mas vou encarar também esse desafio, pois o blog mesmo parado está quase chegando a marca de sete mil acessos. Vou tentar voltar ao nosso gostoso bate papo novamente, vamos ver.

Um grande abraço e feliz ano novo!

 

 



Escrito por Claudio às 14h57
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Tirando as teias...

 

O post agora segue com um enorme pedido de desculpas a todos. Tenho trabalhado bastante e mal consigo acessar os blogs. A empresa que trabalho atualmente tem um filtro que impede o acesso a esse tipo de página. O pessoal me prometeu desbloquear minha máquina ainda este mês.

Viviane, você me perguntou sobre essa minha nova empreitada, não é? Confesso, minha amiga, que fiquei muito preocupado nos primeiros dias ou no primeiro mês, porém agora estou conseguindo me adaptar melhor. Tenho conseguido desempenhar bem um papel importante que me foi designado. Com o tempo acho que vou me acostumando melhor.

O chato disso tudo é que fui obrigado a dar um tempo no blog e acabei ficando um pouco desatualizado. E olha que assunto não faltou ultimamente, não é verdade? Até em relação a bebida (assunto que andei colocando em pauta tempos atrás) tivemos novidades. E até que enfim tomaram algumas medidas extremas e necessárias. Alguns podem até achar que elas são duras demais, concordo. Más do jeito que a coisa estava não dava pra continuar, ceio eu. Tanta gente morrendo nas estradas e madrugadas da vida, devido ao excesso de álcool na cachola.

No mais queridos amigos, só posso pedir desculpas pelas faltas que tive com todos vocês. Qualquer hora eu apareço de novo.

Um grande e forte abraço!

 



Escrito por Claudio às 18h47
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É o mundo de marlboro apelando...

 

Ontem fui à missa em memória de minha mãe. Há tempos não ia na missa aos domingos e fiquei espantado com uma situação que quase passa despercebida. Por chegar em cima da hora, acabei ficando um pouco longe de onde minha família estava. Sentei ao lado de uma senhora muito devota, e percebi isso, pois sabia exatamente tudo o que acontecia no desenrolar da missa. Além da bíblia, folheto, terço, ela carregava também uma almofadinha para a hora de se ajoelhar. A almofadinha, acredito, era própria para a ocasião, pois fora fabricada em formato cilíndrico com espumas mais resistentes aos lados, onde se coloca o joelho.

 

E o que me fez prestar tanta atenção assim na almofadinha? É que provavelmente aquela senhora ganhou-a como brinde, pois trazia uma enorme logomarca em quase toda a sua extensão. E sabem qual era a logomarca patrocinadora da almofadinha de joelhos? Philip Morris. Pois é meus amigos, eu fiquei me perguntando se aquele negócio havia sido projetado realmente para a igreja, ou se a senhorinha é que havia dado um fim diferente a um brinde com outra finalidade. Sinceramente não parecia e também achei indelicado perguntar naquela hora.

 

Claro que isso não quer dizer que fiquei ali apenas prestando atenção nos outros. E quem é católico, sabe muito bem que a hora de se ajoelhar é na hóstia, já quase no final da missa. É que achei aquela situação curiosa. Inclusive: Algum católico, mais freqüentador de missas do que eu, já viu algo parecido?



Escrito por Claudio às 16h41
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Uma data muito especial...

Com tanto recheio e glacê, dá para perceber que o bolo aí de cima faz parte de uma comemoração muito importante, não é?

 

Hoje minha amiga Isa comemora seu segundo ano longe dos cigarros. E quem a acompanha desde o início nessa difícil empreitada, sabe muito bem que a conquista dela tem um sabor pra lá de especial.

 

Parabéns Isa, e obrigado por estar sempre por perto!

 



Escrito por Claudio às 11h51
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Indicações importantes...

 

Engraçado como sempre postamos matérias relativas ao fumo e deixamos de lado os nossos próprios dramas pessoais. Não que eu me esqueça dos familiares queridos que partiram muito cedo devido ao ato de fumar, mas as situações contadas por quem realmente entende do assunto (escrever), nos causa uma comoção muito maior. Meu blog já está próximo de completar dois anos de existência, e credito a ele esse recorde pessoal de abstinência. Porém, ele me ajuda muito mais do ajuda as pessoas que passam por aqui, sei disso. O que é mais prazeroso nisso tudo é que o blog me proporcionou conhecer pessoas e compartilhar com elas sentimentos, que na maioria das vezes, ficariam limitados aos mais íntimos ou aos familiares mais próximos. Claro que esse é um grande motivo para manter sempre meu blog ativo.

 

Bom, eu sei que já estou saindo do rumo como faço sempre. O fato é que sempre dou uma olhada nos posts mais antigos dos blogs da “rede” (rede BCT, hehehe). E sempre relembro histórias impressionantes, que muito me ajudaram no início de minha trajetória de abstinência. Um desses posts está no primeiro blog do Artemus (Cigarro e Silêncio I), conforme indicado no link abaixo:

 

http://cigarroesilencio.zip.net/arch2005-05-01_2005-05-15.html

 

Juro como achava que ele estava indicado nos links aí ao lado. Pura distração minha, já corrigida.

 

Gostaria imensamente de chamar a atenção para um recado da Mônica (ACTBR), deixado no post anterior a este. No site www.propagandasembebida.org.br existem informações importantíssimas, que ratificam, com muita folga, exatamente tudo aquilo que comentamos referente ao álcool. E também podemos dar uma mãozinha para que se aprove o projeto de lei que limita o horário para propagandas de cerveja a partir das 21:00 hs.

Por enquanto é isso. O recado deixado pela Monica é muito pertinente para ficar disponível apenas na caixa de comentários E isso me obrigou a sair do marasmo e transformar o recado em um post. E convenhamos, é sempre bom dar uma sacudida no blog de vez em quando, não é?

Abraços!

 



Escrito por Claudio às 17h55
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Mais uma matéria...

 

Sexta-feira passada assisti a uma matéria interessante no Jornal da Globo. E o assunto era referente ao que debatemos por aqui uns dias atrás: O alcoolismo. Segundo a reportagem, a expectativa de vida dos russos já está abaixo dos sessenta anos (no Brasil já passa dos setenta.). E isso graças ao consumo excessivo de vodka, que é realizado por cerca de 14% de sua população. O que me deixou triste mesmo foi assistir àquilo que eles chamam de “os filhos do vício”. Crianças que foram geradas por mães que ingeriram vodka em excesso na gravidez. O link para quem quiser saber um pouco mais a respeito é:

 

http://jg.globo.com/JGlobo/0,19125,VTJ0-2742-20080321-318497,00.html

 

Claro que a matéria escrita nem se comprara com o que se viu no vídeo. Crianças com paralisia cerebral e dezenas de deformidades aparentes nos remetem a um ambiente muito diferente das maiorias das propagandas relacionadas a bebidas alcoólicas. E o curioso é que as armadilhas são as mesmas usadas pelos fabricantes de cigarros. Alguém se lembra dos cigarros das grávidas? Pois é, na Rússia também está sendo lançada uma vodka exclusiva para o público feminino. O líquido é violeta e a garrafa vem cheia de enfeitinhos. Um verdadeiro mimo!

 

Não que eu pretenda mudar o rumo do blog. O cigarro ainda é um sério vilão a ser combatido. O fato é que o alcoolismo não encontra barreiras em nosso país. E não há como negar que esses dois males costumam andar sempre de mãos dadas, não é?. Após a constatação de que o consumo de bebidas alcoólicas cresce bastante (principalmente entre os jovens) a cada ano no Brasil, não é difícil imaginar uma situação muito parecida com a da Rússia num futuro próximo. E isso tudo é a preocupação com o futuro da galerinha mais jovem, que tem sido freqüentemente bombardeada com comerciais feitos sob medida para sua inclusão num vício extremamente triste.

 

Bom, eu na realidade só queria mesmo indicar o link remetendo a matéria. É que começo a escrever e perco completamente o rumo da prosa. E também não poderia deixar de agradecer as mensagens carinhosas que recebi devido a recente perda de minha mãe. E vocês sabem exatamente como é bom contar com o apoio dos amigos nessas horas.

 

De coração, obrigado a todos!  



Escrito por Claudio às 14h54
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Sobre o post anterior...

 

Vejam só como é triste viver numa terra administrada por tupininquins. Enquanto os países desenvolvidos seguem dando excelentes exemplos na área de saúde, o Brasil vai se esforçando para se manter no mais baixo patamar sul-americano. O post anterior mostra o descaso do governo brasileiro com a saúde da população. Entre o ministério da saúde e a receita federal, opta-se sempre pelo órgão arrecadador.  E o Brasil se mostra, como sempre, pequeno. Não demora muito e logo aparece algum especialista em economia mostrando os benefícios financeiros que o Brasil terá, caso desista das proibições sobre as propagandas relativas ao fumo. Resolvi colocar a matéria na íntegra por seu conteúdo ser exclusivo para assinantes.



Escrito por Claudio às 09h05
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Na Folha de hoje...

 

O projeto do Ministério da Saúde de aumentar o preço do cigarro para reduzir o consumo bateu numa barreira. A Receita Federal não quer abrir mão de seu papel de criador da política tributária. A Receita acredita que um aumento forte de preços, da ordem de 100%, por exemplo, elevaria ainda mais o mercado ilícito de cigarros.
Há um abismo a separar os preços que a Receita e a área de saúde querem. Enquanto o Inca (Instituto Nacional de Câncer) quer o maço a R$ 4, R$ 5, a Receita defende um valor bem menor -R$ 1,74.
No ano passado, o Brasil consumiu cerca de 150 milhões de cigarros. Cerca de 40% desse volume não pagou impostos: 39 milhões foram cigarros contrabandeados e 20 milhões foram produzidos por empresas brasileiras que não pagam impostos, segundo a Receita.
Aumento de preços é a forma mais simples e eficaz de reduzir o consumo, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). Uma elevação de 10% nos preços provoca uma queda de 8% no consumo em países como o Brasil, segundo o órgão.
As doenças relacionadas ao fumo matam cerca de 200 mil pessoas por ano no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. O número equivale a quatro vezes as vítimas de homicídio.
O preço de cigarro no Brasil é um dos mais baratos do mundo. O preço do Marlboro brasileiro em 2001 era o segundo mais barato do mundo num levantamento feito em 87 países e territórios pela Economist Intelligence Unit. Custava o equivalente a US$ 1,23. Só perdia para a Indonésia: US$ 1,08.
Até no Mercosul o preço do cigarro brasileiro está na rabeira da tabela, segundo estudo feito pelo economista Roberto Iglesias para o Banco Mundial. Só Paraguai e Bolívia têm preços mais baixos. Em 2005, um maço de uma marca popular no Brasil custava o equivalente a US$ 0,78. No Chile, valia US$ 1,42. No Paraguai e na Bolívia, custavam US$ 0,61 e US$ 0,33.
O preço baixo do cigarro é conseqüência da redução de impostos a partir de 2000, segundo Iglesias. A redução ocorreu no mesmo momento em que o então ministro da Saúde, José Serra, impunha restrições ao fumo no país. Em 1999, o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) equivalia a 42,5% do preço do maço. Em 2007, representava de 20% a 25% desse valor.
A Receita reduziu o IPI do cigarro com o objetivo de combater o contrabando, que à época correspondia a 37% do mercado. Atualmente, o contrabando caiu para cerca de 25%, mas a ilegalidade é até maior do que em 1999. Cerca de 18% dos cigarros produzidos no país não pagam impostos, diz a Receita.

Liminares
As fábricas funcionam com liminares da Justiça. A soma do contrabando e dos que são acusados de sonegação atinge 40% -três pontos percentuais acima do índice que a Receita pretendia abaixar com a redução dos impostos.
"O Brasil foi o único país do mundo que conheço a baixar impostos de cigarros e a redução não serviu para combater a ilegalidade", diz Iglesias, professor de economia da PUC-RJ.
Estudo feito pela Fipecafi, fundação formada por professores da USP de contabilidade, estima que o país perdeu R$ 18 bilhões com a redução do IPI entre 2000 e 2007. Nesse período, segundo Iglesias, o imposto foi corrigido sempre abaixo da inflação.
A própria Receita defende mudanças no atual sistema de tributação. O principal problema hoje na visão da Receita são as fábricas que não recolhem impostos. São as que mais crescem. Elas respondem por 18% da produção nacional.
São essas empresas que produzem marcas que são vendidas a R$ 0,68 -"uma confissão de sonegação", diz Marcelo Fisch, coordenador da Receita.

Saúde
Esse valor é visto com ceticismo na área da Saúde. "R$ 1,74 não faz nem cócegas no bolso do consumidor. É um preço muito baixo num cenário econômico em que o consumo está aumentando. É preciso um preço que desestimule o consumo de cigarro", diz Tânia Cavalcanti, chefe da divisão de controle de tabagismo do Inca.
Paula Johns, da ACT (Aliança de Controle ao Tabagismo), diz que o argumento da Receita de que o aumento de preço estimula o contrabando é um mito. "Em nenhum país foi comprovada essa relação."


Escrito por Claudio às 09h03
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Ta lá no fumômetro, podem conferir. Dois anos! Não foi (é) fácil. Ah, escolhi um bolinho de fubá porque sei que a maioria anda preferindo algo menos calórico, não é? hehehe.

 

Essa é uma comemoração toda nossa. De todos os que fizeram e ainda fazem parte desse movimento bacana. Obrigado, muito obrigado mesmo!

 

Feliz aniversário a todos nós!!!



Escrito por Claudio às 08h33
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Recado importante de um grande amigo...

 

Artemus apareceu e deixou um recado importante:

 

"Velho amigo, bom lê-lo novamente. Estou com meu site inacessível porque cancelei a assinatura do uol. Mas continuo zapeando vocês de vez em quando. Grande abraço, continue como o mentor da galera nova. Seu exemplo é importante. E, se puder, deixe um recadinho sobre as dificuldades do CS para os outros, ok?"

 

Aguardamos seu retorno, Artemus. Seus posts fazem uma falta danada.

 



Escrito por Claudio às 07h14
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Quanto vale um vício?

 

As campanhas contra o tabagismo ainda são muito tímidas, concordo. Porém, mesmo de maneira tímida, sempre as encontramos nas páginas dos principais jornais ou revistas. Tem até uma matéria quentinha no New York Times, cujo link para quem é assinante UOL é: http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/nytimes/2008/02/12/ult574u8195.jhtm

Pensei até em colar a matéria na íntegra aqui, mas achei muito longa e cansativa, não existindo nada ali que já não tenha sido debatido frequentemente por todos nós.

 

O que me preocupa no momento é um outro vício: O álcool. Bem diferente do tabaco, que costuma prejudicar (na maioria das vezes) apenas o fumante em si, o álcool desestrutura famílias inteiras. E o que temos visto diariamente de acidentes fatais envolvendo motoristas embriagados é de uma tristeza só. Sem contar com a grande possibilidade de nos tornarmos vítima também, já que isso independe de nossa prudência e zelo. E é fácil constatar que, assim como acontece com o cigarro, os adolescentes são sempre as presas fáceis, e estão quase sempre envolvidos nesse tipo de tragédia.

 

Em recente pesquisa divulgada semana passada, estima-se a morte de aproximadamente 1 bilhão de pessoas por problemas relacionados ao tabagismo neste século. E o Brasil, como sempre, tem dado sua contribuição para que esses números se tornem verdadeiros. É, segundo a pesquisa, o país onde se encontra o cigarro mais barato do mundo. Por menos de 1 dólar se compra um maço com vinte cigarros por aqui. Se tiver um pouquinho de paciência então, é só aguardar pintar uma promoçãozinha que você ainda leva um isqueiro na faixa. E o que diriam os pesquisadores em relação ao álcool? Com menos de 1 real (eu disse real!) se fica bêbado nessa terra. E isso sendo servido num balcão de boteco, sem ter sequer o trabalho de lavar o copo depois.

 

As propagandas relacionadas ao álcool, me fazem lembrar das propagandas antigas de cigarro. Sempre apelando para a juventude e extrema beleza de seus usuários, não faltando a tradicional associação com a sexualidade. A turma toda numa bela farra na praia, com seus biquínis minúsculos. Até o baixinho de bigode consegue se sair bem na foto com modelos lindíssimas. Ah, mas assim como os fabricantes de cigarros eles também são responsáveis, não é? No final eles sempre utilizam frases do tipo: “Se beber não dirija” ou “Beba com moderação”. E a velocidade com que essas frases são ditas é impressionante! Acho até que o locutor acaba engolindo uma ou outra consoante. Se prestarmos atenção deve ficar mais ou menos assim: “Se beer não diija”. Também pudera, imaginem o custo de uma simples frase em horário nobre?

 

Resolvi abordar o tema, depois de ter acompanhado uma entrevista com um psicólogo (não me lembro o nome), colocando a culpa nos acidentes causados por adolescentes embriagados na sociedade. Sociedade? Até onde vai meu discernimento, acredito que a sociedade é vítima, não acham? Ou se começa a reconhecer como criminoso um cara que mata outro por dirigir embriagado, ou vamos nos acostumar (como já está acontecendo) a esse tipo de tragédia mais constantemente. E isso só se resolve atribuindo responsabilidades aos verdadeiros culpados. Essa conversa de atribuir culpa na sociedade é muito cômoda e, tenham certeza, a mais usada por quem deveria garantir uma legislação mais justa.

 

Não pensem que não gosto de uma cervejinha gelada, ou um bom vinho tinto. Minha relação com a bebida vem de longa data. Numa próxima oportunidade comento com mais detalhes, pois esse post está ficando muito longo. Acreditem, não era absolutamente isso que eu planejei escrever. Eu queria apenas informar que começo a malhação na academia hoje. Vou tentar malhar ao menos três vezes por semana. Inclusive me aconteceu algo interessante a respeito da relação peso x altura, que contarei com detalhes na semana que vem.

 

Abraços e até lá!



Escrito por Claudio às 14h18
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5.000,0000 de acessos...

 

Eu sei que pouca gente visita esse blog ultimamente. Porém, as coisas já foram melhores por aqui. Basta dar uma olhadinha no número de acessos: 5.000,0000. Pois é, o fumódromo comemora hoje a contagem de cinco mil acessos. O número de zeros depois da vírgula é pura mania de grandeza, hehehe. Isso é motivo para comemoração? Sei lá, pelo menos é uma forma de aparecer.

 

Abraços



Escrito por Claudio às 16h49
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Começando 2008...

 

Essas maquininhas digitais são um saco mesmo. Não que eu seja um daqueles que levantam bandeira contra a tecnologia, muito pelo contrário. O problema é que tudo agora tira foto. Além da tradicional maquininha, também o celular, o MP3,4,5, acho que até o relógio de pulso já dispõe do recurso. O chato nisso tudo é que quando as máquinas necessitavam de filmes, as pessoas se preparavam para a tradicional fotografia. Procuravam posar de frente a fim de disfarçar o nariz avantajado (meu caso), tiravam os óculos, erguiam o pescoço tentando disfarçar a papada e por aí afora. Agora não, em qualquer lugar, a qualquer hora, sempre tem alguém te chamando para dar um sorrisinho. Depois, é só aguardar que você aparece na página de alguém, ou acaba vindo por e-mail destinado a todos da lista do fotógrafo mala.

 

Tá bom, talvez eu devesse ser mais direto, não é? É que há tempos eu não era flagrado na piscina de sunga. Aliás, há tempos eu não vestia a dita cuja. E a imagem captada pela lente da câmera usada pela minha filha me deixou preocupado. Tentei me confortar acreditando que a qualidade da imagem dessas maquininhas modernas é que não presta. Pura bobagem. A facilidade em ser captado distraidamente me fez perceber algo que deveria ter feito assim que entrei para o time de ex-fumantes: Tô precisando malhar urgentemente! A barriguinha saliente vista na tela do computador, não me deixou dúvidas: Estou ficando igualzinho a alguns amigos que sempre foram alvos de gozação. E olha que sempre fui magro. Na adolescência meu apelido era “seco”. Agora, cravei oitenta quilos na balança no dia 2 passado. E para um sujeito com 1,72 de altura, tá na hora de ficar preocupado mesmo. Tudo bem que a pesagem foi logo após as comemorações de reveillón. E como se come e se bebe nessa época, não?

 

Decidi compartilhar com os amigos que passam por aqui meu novo projeto. Acabei de me matricular numa boa academia. Minha mulher pegou carona e se matriculou também. Vamos ver até onde dura essa euforia toda. Estou contando isso aqui pra ficar registrado e futuramente ser cobrado. Começo a partir do dia 20 deste mês. Sábado próximo tenho que realizar os exames médicos para iniciar os exercícios. Até nisso acho que já comecei a ser discriminado. Exame médico? Putz, acho que a coisa tá preta pro meu lado mesmo. Duvido que se eu estivesse magro e com uma melhor aparência teriam me pedido o tal exame. Más, vamos lá, vale tudo na busca por um corpinho perfeito, hehehe.

 

Logo após a primeira bateria de exercícios eu volto para contar sobre meu estado geral.

 

Abraços!!!



Escrito por Claudio às 11h19
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